Memory Kill - continuação do "capitulo 1 - Vingança"

conta a historia de uma garota chamada Rigel onde tem o lugar onde mora massacrado e ela a unica sobrevivente legitima de Solary's e sem lembrar de muita coisa por causa de um trauma, ela vai em busca de vingança portando a espada de sua familia e essa espada lhe dava as memorias de

Posted 29 dias atrás in Entretenimento.

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Kurosaki Kiryuin
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-Minha mãe usou alguma dessas técnicas?

-Sim, uma vez ela usou, e talvez por isso tenha ficado no estado em que se encontrava, quando Solary’s foi invadida. Eu nunca contei a você o que realmente aconteceu naquele dia, com medo de sua reação e que o trauma em você se desenvolvesse ainda mais, mas após o que passamos nesse lugar e devido ao seu amadurecimento rápido, sinto que finalmente é a hora certa, bem atualmente você tem 19 anos e com toda certeza é inevitável o caminho que vá tomar após ficar sabendo de tudo.

-Pode começar então Sattari-sensei.

-Bem, para entender o que houve realmente naquele dia, temos que voltar alguns anos no passado, na época em que o mundo era dominado pelos temidos dragões, e não havia paz para as classes mais baixas, era absoluto o reinado deles, e faziam questão de deixar isso bem claro, dizimando cidades, matando todos que viam pela frente.

-Mas isso não era apenas uma lenda?

-Sim Rigel, é uma lenda e aprendemos que elas podem ser reais as vezes.

-O que aconteceu com esses dragões?

-Um pequeno grupo decidiu se unir e planejar algo para acabar com o reinado desses dragões, eles foram muito cuidadosos no planejamento e na hora certa uma luz, a esperança e a chave para o fim dessa guerra de 3.000 anos parecia estar com os dias contados. Surge um guerreiro hábil com a espada e uma poderosa maga cujos nomes eram Solar e Iris. Um deles se encontravam em uma parte escondida do subsolo e o outro secretamente escondia a presença de seu grupo desde que nasceu em outra parte do mundo.

-Qual era o plano deles?

-O plano era fazer os dois se encontrarem e lutar contra o Dragão mais forte. E assim conseguiram depois que chegaram a dominar suas habilidades. Quando chegou a hora, e ambos se encontraram, um se tornou o complemento do outro, os dois lutando juntos, eram imbatíveis, e muito assustador ao mesmo tempo, a combinação e destruição que os dois causaram no exército de dragões não pode ser descrita apenas com palavras, você teria que ver com os próprios olhos para acreditar.

-Um exército de duas pessoas. Eu conheço essa parte da história.

-Mas, você não conhece o que veio depois dela. Bem no fim da batalha eles conseguiram derrotar o dragão mais forte, mas não o suficiente para mata-lo, ele conseguiu fugir, então os dois lutadores estavam muito esgotados e já haviam passado de seu limite a muito tempo, então assim transferiram a essência de suas habilidades a todos os habitantes ainda vivos, e assim cada pessoa poderia ter um pouco dos dois dentro de si. E assim nasce a lenda os guardiões em Solary’s assim como o lugar propriamente dito.

-Mas, você ainda não me contou o que houve naquele dia?

-Bem, naquele dia eu ouvi boatos enquanto estava voltando desesperada, que o grande Dragão havia retornado e estava ainda pior que antes, mas que não parecia o mesmo de 3.000 anos atrás e sim a própria encarnação do mal. Eu não cheguei a há ver o começo desse ataque.

Rigel, então ao ouvir isso, fecha suas mãos com uma expressão de fúria, como se sentisse tudo aquilo novamente, então Sattari percebendo isso, diz a ela:

-Rigel, eu não vou te impedir de ir atrás de vingança, mas antes de ir tenho que a preparar o máximo que eu conseguir, o oponente que você vai enfrentar não vai ser fácil.

-Tudo bem, me ensine o que preciso.

-Bem, eu começaria despertando seu guardião.

-Você precisaria dos meus pais para isso.

-Correto. Como estamos nesse impasse eu tentarei ensinar a você algumas das técnicas em mencionei, e uma forma alternada da técnica de sua mãe.

-Minha mãe lutava?

-Sim.

-Ela nunca me disse que lutava e eu sinceramente acreditei que ela usava seus poderes para ajudar as outras pessoas sem sujar suas mãos.

-De fato. Mas ela sempre defendia aquele lugar com sua vida, e sempre me falava isso. Bem, isso acabou acontecendo mais tarde.

-Qual era a técnica de minha mãe?

-Bem, primeiro vamos fazer você utilizar o zetur (energia do espirito e corpo) em você. Mesmo você não podendo passar pelo ritual EVO, deve ser capaz de usá-lo em técnicas. Vamos ao treinamento.

Sattari, pede então que tente concentrar todo o seu zetur em sua frente, todo ele na palma de sua mão.

Rigel então tenta concentrar-se, mas não consegue mesmo tentando muito, e então Sattari sugere a algo diferente:

-Tente limpar sua mente e imagina um ponto brilhante a sua frente, logo depois imagine esse ponto ficando mais intenso, mas mantendo o mesmo tamanho.

E assim Rigel o faz... Sattari diz a ela:

-A medida que a intensidade aumenta, vá estendendo sua mão e abra os olhos devagar sem perder a imagem que já havia projetado.

Quando Rigel abri os olhos, consegue visualizar a sua frente uma pequena centelha de energia inquieta e furiosa saltando entre os dedos, parecia insignificante, mas era algo difícil de controlar. Era como ter o mundo em suas mãos. Rigel pergunta:

-O que eu faço com isso?

-Permaneça com essa concentração por vinte e quatro horas. Não deixe que a mesma se apague. E mais importante, mantenha o controle, nem para mais e nem para menos.

-Certo sensei.

Assim se passam as vinte e quatro horas e Rigel nas primeiras horas sente uma dor quase insuportável em todo o corpo que foi passando aos poucos a medida que conseguia controle do zetur. Sattari então pede a Rigel que tente molda-lo em um círculo e acrescentar mais força e intensidade do que já havia se acostumado e passar mais quarenta e oito horas seguidas e que logo após o período terá que enfrentá-la um combate mantendo essa mão da mesma forma.

Enquanto isso em uma cidade a alguns quilômetros dali, havia um outro ataque acontecendo. Uma elite de oito guerreiros fortes, realizam tarefas medias. A tarefa designada aos mesmos seria levar o responsável pela cidade.

Uma poderosa batalha está prestes a ter início entre um dos oito guerreiros que ao encontrar o alvo, se identifica:

-Meu nome é Saiph. Eu estou aqui para leva-lo ao meu rei, seria de bom grado se viesse sem resistência. Poupemos nossas forças pois o resultado está traçado rumo a minha vitória. Qual o seu nome?

-Meu nome é Tzardi, agradeço o conselho, mas não posso me render sem uma luta, aqueles que desistem sem lutar, desistiram a vida toda.

-Belas palavras, então que seja.

Saiph retira a capa que cobria sua armadura e logo desembainha sua espada liberando uma grandíssima energia a pesar do tamanho reduzido da mesma foi o suficiente para deixar os moradores paralisados de medo. Sua armadura possuía um aspecto prateado com um brilho azulado refletindo a aura e alguns raios ao seu redor, ele sai caminhando calmamente em direção ao seu oponente que fica em guarda, porem antes mesmo que o seu oponente pudesse atacar, Saiph já estava nas costas do mesmo proferindo palavras que pareciam uma liberação ou alguma técnica:

-Cresça, Saword.

Ninguém sabe ao certo o que era aquilo, pois tudo aconteceu muito rápido.

Tzardi estava estendido ao chão e inconsciente, mas ainda vivo. Os oito guerreiros o levam e deixa a cidade imediatamente, tão rápido quanto chegaram.

 

Inicio do Capitulo 1: http://otaku.com.br/read-blog/9

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